Coluna do Prisco

Claúdio Prisco Paraíso

A marca do PT
O Instituto Paraná Pesquisas foi às ruas entre os dias 20 e 23 de julho. Ouviu 2020 pessoas para saber, entre outras coisas, “qual o partido político mais corrupto do Brasil”. Nada menos do que 56,6% dos ouvidos cravaram no PT. De-pois, vem o PMDB, com 10,6% da “preferência” no quesito deson-estidade. O pódio é completado pelo PSDB, apontado como mais corrupto por 8,1% dos pesquisa-dos. 
Não restam dúvidas acerca do brutal, do colossal desgaste do PT. Mas o que chama a atenção tam-bém é que o momento atual da Lava Jato atinge em cheio o PMDB e o PSDB, que têm tudo para au-mentar seus índices neste quesito da roubalheira. A divulgação de um vídeo, onde o falecido Sérgio Guerra, ex-presidente dos tuca-nos, aparece pedindo módicos R$ 10 milhões em propina, escancara que a prática jamais foi e jamais será exclusividade petista. Aliás, os novos movimentos alcançam também a campanha reeleitoral de Lula da Silva, que teria sido ir-rigada com pelo menos  mais de R$ 2,4 milhões em propina. E cola na testa da empreiteira Queiroz Galvão que ela representa absolu-tamente todos os pecados identi-ficados na Lava Jato. 


Digitais
O Instituto Paraná perguntou, ai-nda, quem é o responsável pela crise política atual. O governo Lula aparece em primeiro, com 26% dos votos. O criador é seguido de perto pelo governo da criatura, Dilma Rousseff, com 23,8%. A era FHC foi citada, ficando com 8,9% da responsabilidade. 


No bolso
Já quando a pergunta é sobre a responsabilidade pela crise econômica atual, a gestão Dilma Rousseff aparece em primeiro lugar. Levou 35,4% das opções. Lula da Silva foi citado por 23,9% e Operação Lava Jato foi escolhida por 16,8% dos entrevistados. 


Opção pela degola
A pesquisa do Paraná perguntou se Dilma Rousseff deve ser con-denada ou absolvida no processo de impeachment que corre no Senado. Absolutos 64,8% se posi-cionaram a favor da degola. Out-ros 31 % defendem a salvação do pescoço da petista. 
Nada de vice Candidato a prefeito da Capital, ex-secretário de Planejamento do Estado, Murilo Flores, entrou em contato para afirmar, categori-camente, que descarta qualquer possibilidade de ser candidato a vice na chapa liderada pela ex-prefeita Angela Amin.


Simpatia do clã
A alternativa foi ventilada esta se-mana, e conta com a simpatia do clã Bornhausen, depois que Gean Loureiro fechou com 15 partidos, formando um exército de can-didatos a vereador que estarão pedindo votos para ele. Segundo Flores, ele conta com o apoio do PROS e do PSL e “outros” estão a caminho. A candidatura, reitera, é irreversível.


Novo vice
A prefeita Adeliana Dal Pont foi homologada como candidata à reeleição, tendo Neri do Ama-ral, do PSB, de vice. Ele substitui atual vice-prefeito, José Natal, que passou pelo PSB e acabou no PMDB, por onde também será candidato contra sua ex-parceira.

Oposição
Na noite de terça-feira, o PSDB josefense também oficializou seu candidato. É o deputado Ma-rio Marcondes. A vaga de vice está aberta, pois há conversa-ções em curso. PMN, PRP, PHS e PEN fecharam com Marcondes, que já conta com 70 candidatos a vereador, número que pode aumentar até o prazo fatal para homologação das candidaturas. Em seu discurso, o tucano deixou claro que é oposição tanto a Ade-liana quanto a Natal. 




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