Verde e Branco

Rodrigo Kroth

Ferida
Alguém faz o favor e me responde: o que o Corinthians tem de tão extraordinário para que a Chapecoense não con-segue vencer? Goleia o Inter e o Palmeiras por 5, vence o São Paulo, Grêmio e o Cruzeiro fora, ganha do Flamengo, Santos, Atlético-MG, e Fluminense em casa. Mas quando pega o Corinthians, fora ou em casa, a Chapecoense não consegue vencer. Incrível. Desde que subiu, em 2014, o Co-rinthians ainda não perdeu para a Chape (se quiser saber histórico, pegue o jornal da semana passada, coloque na contracapa, e veja os números. Que pedra no sapato, ‘hei-nhô’.

Clássico
Agora é clássico, contra o time mais popular de San-ta Catarina, na minha opinião, o Figueirense. Mas isso não vem ao caso. Um empate fora, num clássico, não é de se re-clamar. O Figueira mudou de comando, voltou Argel Fucks, figura bem conhecida em Chapecó, por sinal. A promessa é de um grande jogo, como estão sendo os últimos jogos do confronto. Se perder, nada anormal. Mas vamos lá.


 Que saudades
“Hoje eu acordei, me veio a falta de você, saudade de você, saudade de você...”, essa música do Gusttavo Lima, “Fui Fiel”, me representa a saudade que sinto do sempre lembrado e histórico Guto Ferreira. Que falta, “pofexô”. Não é questão de não querer Caio Jr., é questão de sentir fal-ta do Guto da Massa. Já elogiei ele bastante aqui, mas não por acaso. Duvido alguém ter imaginado ele ter feito tudo o que fez pela Chapecoense. Du-vi-do, inclusive eu duvidei. Guto tinha a cara da Chape, tinha o vestiário nas mãos, mas, pena, que o dinheiro pesa tanto na balança. Agora a histó-ria é outra. É a vez do Caio Jr., mas ainda sinto saudades do Guto Ferreira. Quem sabe, um dia, você volte.     




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