Capoeira Inclusiva

IMP
Foto: Divulgação

Ao som do berimbau, do pandeiro e agogô, a consciência corporal, a inclusão e até a elevação da auto-estimativa são estimuladas com o desenvolvimento do projeto de "Capoeira Inclusiva", na APAE de Pinhalzinho.

Na roda, através de palmas, cantos e gritos, o grupo formando por estudantes com síndrome de Down, paralisias, children with o transtorno do espectro autista, deficiência visual e intelectual e outras condições especiais, excepcional um novo caminho que estimula a vencer os limites próprios.

O projeto realizado graças aos recursos do Fundo de Desenvolvimento Regional do Sicredi Alto Uruguai, foi apresentado na tarde da última quinta-feira (11), para parceiros, patrocinadores, familiares, educandos e imprensa.

Na ocasião foram aproveitadas as contas das atividades, bem como, foram ouvidos depoimentos sobre as transformações que o "Capoeira Inclusiva" está realizando.

Eliana Zanco, mãe do aluno Mauricio, avalia a contribuição da capoeira para a melhora da qualidade de vida do filho, do aluno APAE de Pinhalzinho. "Olha o Mauricio melhorou bastante com a capoeira, mas bastante mesmo, até nos afazeres de casa. A capoeira também despertou o interesse dele para ir frequentar a academia, e além do que, ele também quer repassar os fundamentos aprendidos para nós em casa, ele tenta usar os passos da capoeira para uma família. Ele está mais alegre, até dormir melhor ele dorme, a capoeira permite que eles possam se socializar mais, mesmo com as imposições da pandemia, o olhar, percebem os gestos. Então é muito grande a diferença que a capoeira faz na vida dele e na nossa família também, porque ele usa bem, a gente fica melhor ".

O presidente da APAE de Pinhalzinho, Marli Guilante, agradeceu a parceria estabelecida com o Sicredi para o desenvolvimento das ações. "Em nome da APAE queremos agradecer ao Sicredi que sempre nos tem apoiado nos projetos, desde 2016 e nesse da capoeira em especifico. Isso vem ao encontro de uma melhora física e emocional do aluno, para com a escola e também para a família ".

Representando a unidade do Sicredi de Pinhalzinho no ato, Giovana Jacoby comentou sobre o Fundo de Desenvolvimento Regional possibilitar o apoio financeiro a projetos que promovam a cooperação, cidadania, e a transformação social. "A cooperativa em um dos pilares da nossa missão, é contribuir com a qualidade de vida das pessoas da comunidade, então parte do resultado da cooperativa é destinada ao Fundo de Desenvolvimento Regional, que por sua vez realiza a destinação dos recursos aos projetos sociais. O Fundo ele incentiva projetos de desenvolvimento regional e ele tem por informado contribuir para o desenvolvimento econômico, social e ambiental da área de atuação da cooperativa, então, aonde o Sicredi está inserido, nós desenvolvemos esse projeto. O projeto então, ele tem como principal objetivo, promover uma colaboração, uma cidadania, o aprimoramento cultural e social contribuindo para a melhor qualidade de vida dessas pessoas, ele tem um período de inscrição, sempre no começo do ano entre janeiro a maio, quando se encerram as inscrições, tem um comitê da cidade, que avalia qual entidade será beneficiada e um deus é o Capoeira Inclusiva, que foi escrito aqui pela APAE de Pinhalzinho. Hoje a gente pode vir aqui visualizar os frutos da aplicação desse projeto, o que de certa forma até nos emociona, vendo o quando podemos fazer a diferença na vida das pessoas ". que foi escrito aqui pela APAE de Pinhalzinho. Hoje a gente pode vir aqui visualizar os frutos da aplicação desse projeto, o que de certa forma até nos emociona, vendo o quando podemos fazer a diferença na vida das pessoas ". que foi escrito aqui pela APAE de Pinhalzinho. Hoje a gente pode vir aqui visualizar os frutos da aplicação desse projeto, o que de certa forma até nos emociona, vendo o quando podemos fazer a diferença na vida das pessoas ".

CAPOEIRA

A capoeira é uma técnica esportiva e cultural desenvolvida na África e trazida para o Brasil pelos escravos. Por muito tempo foi proibida, porque no período colonial buscavam reprimir a cultura negra. Esse fato se agravou quando se deu a abolição da escravatura, pois os negros, sem condições de reservas, organizavam bandos e esquematizavam roubos.

Em 1932, uma capoeira foi renovada por Mestre Bimba. Ele acrescentados movimentos existentes nas artes marciais e levou a capoeira a ser conhecida sem apresentar ligações com marginais. O esporte se estendeu, ao longo do tempo, por todo o País.

Para jogar capoeira é necessária a música tocada pelo berimbau, pandeiro, atabaque, caxixi, agogô e cantada pelos capoeiristas da roda. A música determina o ritmo e o estilo do jogo.

Os movimentos básicos da capoeira são: ginga, aú, queda de quatro, cocorinha, negativa, queda de rim e resistência.

Os toques mais conhecidos são: Angola (São Bento Grande), São Bento Pequeno (Angolinha), Iúna (Lamento), Amazonas (Cavalaria), Santa Maria (Benguela), Idalina (Maculelê), Samba de Roda (Samba de Angola), São Bento Grande de Bimba (Samango), Valsa (Samba de Enredo) e São Bento Corrido (Choro).



Facebook jornal.png

Rua João Pessoa, 1969 - Sala 003 | Pinhalzinho | 049 3366-3910

Copyright © 2011. Todos os direitos reservados | Associação dos Jornais do Interior de Santa Catarina