Na luta contra o câncer, pinhalense precisa de ajuda para cobrir custos com tratamento

Imprensa do Povo
Foto: Arquivo pessoal

A família de Maria Beatriz Ternus, deu início a uma vakinha virtual, com o objetivo de ajudar a cobrir os custos com os gastos dispensados para o tratamento da pinhalense, diagnosticado há dois anos com um câncer maligno no abdômen.

Bea, já passou por uma cirurgia e atualmente o tratamento é feito com sessões de quimioterapia.

Apesar de morar em Pinhalzinho, grande parte da família de Beatriz reside no Rio Grande do Sul. Uma irmã da pinhalense inclusive largou o emprego e mudou-se para Capital da Amizade com o objetivo prestar a assistência que ela necessita, agora 24 horas por dia.

Bea que já foi babá, doméstica e vendedora, não teve filhos, mas ajudou a criar os sobrinhos e os inúmeros afilhados, sempre contribuindo da melhor forma possível com todos.

Após a descoberta da doença, Bea logo foi submetida ao tratamento com quimioterapias no Hospital Regional do Oeste em Chapecó. Segundo a família, ela sempre foi bem assistida pela oncologia e realizava todos os procedimentos em dia pelo SUS, tudo transcorria bem, até que o tratamento teve que ser interrompido após a paciente ter sido diagnosticada com covid 19.

Agora a pinhalense precisa da ajuda de todos, conta o sobrinho Ericsson Ternus, idealizador da campanha. "Esse ano que passou Bea acabou pegando covid e parou com os tratamentos de quimioterapia, o que ocasionou o alastramento do câncer para outros órgãos, principalmente nos intestinos".

Para ajudar a suportar as dores da doença, Bea necessitou de uma intervenção cirúrgica, para colocar uma bolsa de colostomia, "o organismo está reagindo, porém lentamente, continua se alimentando pouco e fazendo uso de suplementos para se manter bem e poder voltar logo com as sessões de quimio. Ela emagreceu 12kg, mas ela está bem", relatou Ericsson.

Muitos exames ainda necessitam ser feitos, Bea precisa continuar com quimioterapias para que o câncer não se alastre mais, ela vai encarar um tratamento prolongado. "O médico falou que agora é só a quimioterapia que precisa ser feita, então pode acontecer que os tratamentos durem de um ano a cinco anos. Ela aceita muito bem a quimioterapia, e o corpo dela responde muito bem. Então o médico nos disse que ela pode continuar fazendo quimio e que deste jeito o câncer fica dormindo", disse Ericsson.

Uma vakinha está sendo realizada com o intuito de arrecadar recursos para não depender exclusivamente do SUS. O sobrinho comenta que esse dinheiro será gasto com exames que precisam ser feitos rapidamente e também com gastos extras. "Minha vó faleceu ano passado por conta da covid então acabou que ficou meio difícil a situação financeira, toda ajuda já é bem-vinda, a gente já conseguiu arrecadar um bom valor. Minha tia, irmã da Bea, que morava em Ivoti-RS está cuidando dela, porque agora a Bea precisa ter uma pessoa 24h com ela, então a minha tia largou o emprego para cuidar dela. Essa vakinha também ajudará com os custos da minha tia por conta de ter parado de trabalhar onde morava".

"A Bea é muito conhecida em Pinhalzinho, então muita gente vai ajudar e já está ajudando também, o pudermos fazer para que ela se sinta bem, vamos fazer. Por isso que hoje precisamos da tua ajuda, para que possamos assistir a Bea da melhor maneira possível para que logo ela fique bem de novo! Nosso muito obrigada", finalizou Ericsson.

Para aqueles que querem ajudar de alguma forma é só acessar o link http://vaka.me/2472986.





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