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Quando procurar o pronto socorro do hospital?

O pronto socorro de Pinhalzinho é composto por inúmeros profissionais, entre eles médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e auxiliares socializantes, que prestam assistência aos que estão com a saúde comprometida.

 Este é um lugar para o atendimento de casos de urgência e emergência, que implicam em risco imediato de vida ou lesões irreparáveis. "Em outras palavras, situações que não podem esperar uma consulta marcada", disse a equipe médica da associação hospitalar de Pinhalzinho.

 Segundo a equipe de médicos e enfermeiros, algumas das principais ocasiões que necessitam de atendimento de emergência são:

? choques elétricos;

? Picada ou mordida de animais peçonhentos;

? Cortes e queimaduras profundas;

? Hemorragia;

? Dor no peito;

? Perda de consciência;

? Sangue na urina, no vômito, nas fezes ou ao tossir;

? Reação alérgica grave;

? Alta dificuldade respiratória;

? Convulsões;

? Febres altas e constantes;

? Acidentes de trânsito.

 Diferente do primeiro caso, as situações de urgência são caracterizadas como aquelas que não apresentam risco de morte iminente, mas que devem ser tratadas rapidamente para não evoluírem para complicações mais graves.


Segundo informações do hospital, as principais situações que precisam de um atendimento de urgência são:

? Torções, luxações e fraturas;

? tentativa de suicídio;

? Dor abdominal de intensidade moderada;

? Febre maior que 38 graus há mais de 48 horas;

? Retenção urinária em pacientes idosos

 A equipe do hospital explicou que fora desses parâmetros, orienta-se evitar a ida ao pronto socorro. "Por se tratar de um ambiente que reúne um grande número de pessoas com problemas de saúde, o paciente fica exposto a um risco maior de contrair uma doença infectocontagiosa. Além disso, pessoas que não estão em estado grave acabam estendendo o tempo de espera de pacientes que necessitam de atendimento emergencial", argumentou.

Como é feito o atendimento no pronto-socorro e como é definida a ordem de atendimento?

Todos os pacientes, ao chegarem ao Pronto-Socorro são encaminhados para a classificação de risco, onde são avaliados por um profissional capacitado em qualificar a gravidade de cada caso, de acordo com um protocolo validado para este fim. "Essa etapa tem o objetivo de identificar sinais e sintomas que indicam os casos de maior urgência no atendimento médico, bem como priorizar o atendimento de acordo com a gravidade do caso. A cor que representa a situação, é determinada de acordo com as queixas e sinais vitais do paciente, seguindo todas as diretrizes descritas no protocolo" explicou.


Mas afinal, qual é o significado das cores na classificação de risco?

 "O pronto socorro hospitalar conta com um método validado pelo Ministério da Saúde, onde conta com as cores vermelha, laranja, amarela, verde e azul para orientar a prioridade do atendimento", destacou a coordenadora de enfermagem Cheila.


"O vermelho indica emergência, caso gravíssimo, com necessidade de atendimento imediato e risco de morte".

? Politraumatizado grave.

? Queimaduras com mais de 25% de área de superfície corporal.

? Trauma cranioencefálico grave.

? Estado mental alterado ou em coma;.

? Comprometimentos da coluna vertebral.

? Desconforto respiratório grave.

? Dor no peito associada à falta de ar.

? Crises convulsivas.


"A cor laranja define casos muito urgentes e graves, com risco significativo de evoluir para morte, exigindo atendimento urgente".

? Cefaleia intensa de início súbito ou rapidamente progressiva, acompanhada de sinais ou sintomas neurológicos, alterações do campo visual, dificuldades ou alterações na fala, afasia.

? Alteração aguda de comportamento - agitação, letargia ou confusão mental.

? Dor severa.

? Hemorragia moderada sem sinais de choque ou instabilidade hemodinâmica.

? Arritmia (sem sinais de instabilidade).


"O amarelo significa urgente para casos de gravidade moderada, com necessidade de atendimento médico, mas sem risco imediato".

? Politraumatizado sem alterações de sinais vitais.

? Trauma cranioencefálico leve.

? Desmaios.

? Alterações de sinais vitais.

? Hemorragia moderada (controlada) sem sinais de choque.

? Vômito intenso.

? Dor moderada.


"A cor verde é pouco urgente, necessitando atendimento de um profissional de saúde, no entanto pode aguardar sem risco à vida".

? Enxaqueca - pacientes com diagnóstico anterior do problema.

? Resfriados e viroses sem alteração nos sinais vitais.

? Dor leve.

? Náusea e tontura.

? Torcicolo.


"Já a cor azul na classificação de risco indica casos não urgentes, com orientação para atendimento na unidade de saúde. "Nesta classificação incluem-se queixas crônicas, pequenos ferimentos, escoriações, etc", completou.


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