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Pinhalzinho entra em estado de alerta após primeiro levantamento de 2026 apontar alto risco de dengue no município
Resultados do LIRAa revelam índice de infestação de 4,6% e confirmam presença do mosquito Aedes aegypti em cinco de cada cem imóveis visitados
O primeiro Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) de 2026 em Pinhalzinho, realizado entre os dias 09 e 13 de fevereiro, confirmou um cenário preocupante para a saúde pública local. O relatório oficial aponta um estado de alto risco para a transmissão de arboviroses como Dengue, Zika e Chikungunya, exigindo atenção imediata tanto das autoridades quanto da população.
Ações de campo e monitoramento detalhado
Durante o período de execução do levantamento, as equipes de combate a endemias intensificaram a fiscalização em diversas regiões da cidade. O trabalho consistiu no mapeamento detalhado da presença do vetor e na identificação de focos ativos:
Abrangência das equipes: Foram percorridas 134 quadras na malha urbana de Pinhalzinho.
Fiscalização de imóveis: Os agentes visitaram 433 locais, entre residências e estabelecimentos comerciais.
Monitoramento de criadouros: Foram vistoriados 398 depósitos com água parada, que funcionavam como potenciais focos de reprodução.
Durante as vistorias, os agentes coletaram 27 amostras de larvas para análise laboratorial criteriosa. O resultado final confirmou a gravidade da situação epidemiológica: 20 dessas amostras testaram positivo para a presença do mosquito Aedes aegypti, comprovando a circulação ativa do vetor em diferentes pontos do município.
Análise do Índice de Infestação e Riscos
O índice registrado de 4,6%coloca Pinhalzinho em um patamar de alerta definido pelos órgãos de saúde. Na prática, este dado estatístico significa que, em média, a cada 100 imóveis situados na área de tratamento, cinco apresentam focos ativos do mosquito.
A alta concentração de larvas positivas em ambientes residenciais e comerciais eleva significativamente a probabilidade de ocorrência de surtos epidemiológicos das doenças transmitidas pelo inseto. A saúde municipal reforça que a medida de prevenção mais eficaz continua sendo a eliminação de qualquer objeto que possa acumular água parada, interrompendo o ciclo de vida do mosquito antes que ele atinja a fase adulta e comece a transmitir os vírus.
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