| Festa da Alegria anima idosos de Sul Brasil com Carnaval de confraternização e música ao vivo
Caso Luna: mãe e padrasto são indiciados pelo assassinato da criança em SC

-
Pixabay -
Crime aconteceu há quase dois meses, no dia 14 de abril, em Timbó; Luna foi levada ao hospital já sem vida
A Polícia Civil da Comarca de Timbó, no Médio Vale do Itajaí, comunicou na noite desta sexta-feira (10) que finalizou o inquérito que investigou a morte da menina Luna Bonett Gonçalves, de 11 anos. Mãe e padrasto da vítima foram indiciados pelo assassinato da menina, que foi levada ao hospital já sem vida, com hematomas na genitália.
A mãe e o padrasto de Luna foram indiciados pelos crimes de feminicídio (artigos 121, §2, VI, do Código Penal), estupro de vulnerável (art. 217-A, do Código Penal) e tortura (art. 1, II, da Lei n. 9.455/97).
A Polícia Civil também representou pela prisão preventiva dos indiciados, que foi expedida ainda na noite de sexta-feira (11), e substituiu a prisão temporária que estava em vigor e já mantinha os dois presos.
O delegado responsável pela investigação, André Beckmann, dará coletiva de imprensa na manhã desta segunda-feira (13) para esclarecer detalhes da investigação.
Relembre todo o caso
O corpo de Luna chegou, já sem vida, ao Hospital OASE em Timbó na madrugada do dia 14 de abril. Inicialmente havia a hipótese de a criança ter morrido a caminho do hospital, mas a perícia apontou que Luna já estava morta quando a família acionou os bombeiros.
Os hematomas em todo o corpo e sangramento na genitália levantaram suspeita. A mãe e o padrasto foram conduzidos para a delegacia para prestar esclarecimentos, mas foram liberados após alegarem que a garota morreu após cair da escada.
Após perícia e com indícios de crime de violência contra a menina, eles foram intimados a depor novamente. A mulher então assumiu ter matado a menina e o casal foi preso temporariamente.
Deixe seu comentário